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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eu, Wolverine

Entre livros de Sociologia Politica e Filosofia das Ciências Sociais, corridas  e trabalho. Arrumei um tempo para ler o Eu, Wolverine encardenado da Panini que reune as edições Wolverine de 1 a 4 (que foi publicada em formatinho pela Abril) e Uncanny X-Men 172-173.Desenhada pelo mestre Frank Miller e roteirizada por Chris Claremont esta historia mostra Wolverine indo ao Japão encontrar a sua amada Mariko yashida, e descobrindo que o seu pai dado como morto , Shingen retorna e por honra obriga Mariko a se casar. Shingen  deseja usar o Clã Yashida e o tentáculo para se tornar o chefão do submundo japonês.Humilhado em combate por Shingen diante de Mariko, Logan (Wolverine) trava um combate entre o homem que deseja  ser e a fera que habita em seu interior. Neste momento de duvida conhece Yukio que aceita o seu lado animal, mas não consegue esquecer Mariko.Conseguirá Wolverine reconquistar a mulher que ama? conseguirá derrotar os seus inimigos?. Só lendo para saber. Miller e Claremont usam esse combate interior de Logan o tempo todo na história, e é muito interessante ver um personagem sem limites e com um lado selvagem tão forte dentro de uma sociedade tão fria e rigida como a japonesa. Há uma cena no fim da parte três que é minha preferida nela Wolverine reflete sob a sua condição e sobre a vida : " A chave não tá em vencer...ou perder. tá em tentar. posso nunca ser o que pretendo ou o que eu quero...mas como vou saber a menos que tente? - "claro que é assustador, mas qual a alternativa? estagnação...uma forma mais segura e terrivel de morte. não pro corpo mas pro espirito". Sensacional.

2 comentários:

  1. Muito foda esse Gibi, da época que o C.C. sabia escrever e o Miller sabia desenhar.

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